SONETO Ἐγώ εἰμι ὁ ἄρτος τῆς ζωῆς
(*) Cfe Jo 6,35:
“... Ego sum panis vitae...” / “... Eu sou o Pão da vida...”
Quis o Céu que assim fosse a descoberta,
Dos desvios, ó mente abnubilada,
Sem água, mas Palavra indo afogada.
Ó Luz, que ainda avessa, não me acerta.
Jeremias pegou-me (2008), alma desperta!
No chão, coração junto, minha espada
Toda guiada, via abençoada
E a atrição se me aclara e me concerta.
Mas só MARIA trouxe as Metanoias,
E ia sendo tentado, inseticida,
Coração velho cheio de tramoias!
Do Pão Vivo do Céu, da eterna Vida,
salvo o meu coração preso por boias,
Ad Maiorem Dei Gloriam: a subida (2022).