Passear com Palavras em Passos de Poesias
Um dia, de repente, comecei a recitar versos conforme caminhava e aquilo acalmou minha alma.
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SONETO DOS VERSOS DE OUTRORA E DE SEMPRE

Ao meu zelo, sabor do que me é tanto,
digo apreço deveras, perco o tino,
mas embora doído, vejo um fino
corte que sangra os versos pelo canto.

Se a Musa por verdade e pelo espanto
aceitar-me nos céus na flor de um hino,
logo trará marcado o seu menino
e canções tanto orantes que alevanto.

Dos meus versos levantes, os de outrora,
sozinhos mas doridos e na míngua
por dar o peito e amor como penhora.

A mor parte do amor nunca demora,
surgente e posto Luz na Lusa Língua,
pelos versos na reza os comemora.
Udo
Enviado por Udo em 06/07/2018
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